quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Sobre o autor Foto de Maurício Stycer Mauricio Stycer é jornalista, nascido no Rio de Janeiro em 1961, mora em São Paulo há 23 anos. É repórter especial e crítico do UOL. Leia mais Contato: mauriciostycer@uol.com.br Sobre o blog Um espaço para reflexões e troca de informações sobre os assuntos que interessam a este blogueiro, da alta à baixa cultura, do esporte à vida nas grandes cidades, sempre que possível com humor. Recomendados A Fazenda 4 – Crítica Top da semana UOL Blogosfera UOL Esporte UOL Notícias UOL Televisão UOL Televisão Crítica UOL Vê TV Categorias Cinema Crônica Fotografia Futebol Geral Livros Mídia Música Política São Paulo Teatro Televisão Tipos de leitor Troféu Sinceridade Siga o Mauricio Stycer Twitter Celular Widget RSS Histórico Agosto 2011 Julho 2011 Junho 2011 Maio 2011 Abril 2011 Março 2011 Fevereiro 2011 Janeiro 2011 Dezembro 2010 Novembro 2010 Outubro 2010 Setembro 2010 Posts anteriores UOL Blogosfera BLOGUEIROS DO UOL Ana Maria Bahiana Antonio Farinaci Bruno Voloch Erich Beting Fernando Rodrigues Inácio Araújo Juca Kfouri Leandro Quesada Luiz Ceará Mauricio Stycer Perrone Ronaldo Evangelista Vigilantes da Autoestima BLOGS TEMÁTICOS Bala na Cesta Giga Blog Infomoto Universo Sertanejo UOL Carros UOL Cinema UOL Esporte UOL Esporte vê TV UOL Viagem MAIS BLOGS 08/08/2011 Invasão do funeral de Amy muda de nome ao ser exibida no “Pânico”

Apresentada neste domingo, a invasão do funeral de Amy Winehouse por uma equipe do “Pânico” ganhou tratamento especial da edição do programa no esforço de diminuir o impacto negativo que causou.
Como se sabe, Daniel Zukerman, o Impostor, e André Machado, produtor do programa, conseguiram se infiltrar numa cerimônia íntima, reservada a parentes e amigos de Amy, e foram fotografados no funeral da cantora em Londres.
A imagem da dupla, fingindo consternação e choro, produzida pela respeitada agência Reuters, deu a volta ao mundo e foi reproduzida por um sem número de jornais, sites e programas de televisão.
Antes de ir ao ar, no Twitter, o diretor Alan Rapp antecipou a “maquiagem” que seria vista: “Missão especial do Impostor: tapear a imprensa sensacionalista internacional”. A Reuters, como se sabe, está longe de merecer este rótulo.
Numa longa introdução à invasão do talentoso Zukerman, o “Pânico” mostrou imagens de Amy em situações contrangedoras captadas por fotógrafos e cinegrafistas. “O sensacionalismo era o que movia os tablóides ingleses”, disse o Impostor. “O que fizeram com a Amy é assustador”, falou, como se o próprio “Pânico” nunca tivesse feito coisa semelhante com celebridades brasileiras.

08/08/2011

Invasão do funeral de Amy muda de nome ao ser exibida no “Pânico”

Apresentada neste domingo, a invasão do funeral de Amy Winehouse por uma equipe do “Pânico” ganhou tratamento especial da edição do programa no esforço de diminuir o impacto negativo que causou.
Como se sabe, Daniel Zukerman, o Impostor, e André Machado, produtor do programa, conseguiram se infiltrar numa cerimônia íntima, reservada a parentes e amigos de Amy, e foram fotografados no funeral da cantora em Londres.
A imagem da dupla, fingindo consternação e choro, produzida pela respeitada agência Reuters, deu a volta ao mundo e foi reproduzida por um sem número de jornais, sites e programas de televisão.
Antes de ir ao ar, no Twitter, o diretor Alan Rapp antecipou a “maquiagem” que seria vista: “Missão especial do Impostor: tapear a imprensa sensacionalista internacional”. A Reuters, como se sabe, está longe de merecer este rótulo.
Numa longa introdução à invasão do talentoso Zukerman, o “Pânico” mostrou imagens de Amy em situações contrangedoras captadas por fotógrafos e cinegrafistas. “O sensacionalismo era o que movia os tablóides ingleses”, disse o Impostor. “O que fizeram com a Amy é assustador”, falou, como se o próprio “Pânico” nunca tivesse feito coisa semelhante com celebridades brasileiras.
Ao exibir os preparativos para a invasão, Zukerman insistiu na ideia que sua missão tinha o objetivo de “tapear a imprensa sensacionalista internacional”. O que se viu em seguida foi como o Impostor tapeou a segurança que cuidava do funeral e entrou no cemitério.
Quando se deu conta de que a foto de Zukerman e Machado chorando era uma “armação”, a Reuters se viu obrigada a distribuir um comunicado a todos os seus clientes, alertando-os sobre o erro que cometeu.
Diante da repercussão negativa do seu feito, o “Pânico” tinha duas opções principais: cancelar a exibição da reportagem ou exibi-la, afrontando corajosamente todos os que criticaram o programa. Optou por um terceiro caminho: exibir o que fez de forma “maquiada”, como uma crítica à “imprensa sensacionalista”. Decepcionante.
por Mauricio Stycer às 09:27
 

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